Faculdades de medicina apostam em simulador 3D para substituir cadáveres em aulas de anatomia

Tecnologia é utilizada atualmente em 30 cursos de formação médica no Brasil e integra casos hospitalares com a sala de aula



As faculdades de medicina entraram de vez na era digital. Dos 250 cursos de formação médica no Brasil, cerca de 30 instituições de ensino utilizam um simulador 3D que substitui o uso de cadáveres em aulas de anatomia e em estudos clínicos, hospitalares e laboratorial.


Trata-se da Plataforma Multidisciplinar 3D desenvolvida pela startup brasileira Csanmek, que funciona como uma mesa que exibe modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano, incluindo sistema de conexão com lousas digitais e retroprojetores. O simulador possui ainda uma ferramenta de integração entre hospitais e salas de aula e oferece aos alunos a possibilidade de estudar casos clínicos e exames reais de pacientes.


Entre as instituições que possuem a tecnologia estão a Universidade de São Caetano do Sul (USCS), a São Leopoldo Mandic, uma das principais faculdades de medicina do Brasil, a UNINOVE, a Universidade Guanambi, na Bahia, e a Faculdade Claretiano, entre outras.



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